Análise tributária reservada — donos de empresa

Seu contador mandou
ficar no Simples.
E ele pode estar certo.

Só que ninguém te mostrou a conta. Nem a do imposto que você paga hoje, nem a do crédito que a sua nota vai gerar (ou deixar de gerar) para o seu cliente a partir de 2027, nem a do que já foi pago a mais nos últimos 5 anos.

A gente abre essa conta com os números da sua empresa. E o seu contador não fica sabendo.

Levantamento sem custo|Sigilo total|Vagas por mês limitadas

Por que todo contador diz “fica no Simples”

Não é que ele seja ruim. É que ele é bom em uma coisa que está deixando de ser o jogo.

Porque por 20 anos essa foi a resposta certa. O Simples resolvia apuração, reduzia burocracia e dava previsibilidade. Seu contador aprendeu a jogar esse jogo — e joga bem.

Só que o contador é pago para manter a sua empresa em dia. Ele recolhe, entrega obrigação, fecha o mês. Isso se chama apurar imposto.

Planejar imposto é outra profissão. Recuperar crédito é uma terceira. Nenhuma das duas cabe no honorário mensal que você paga — e é justamente aí que está o dinheiro.

O detalhe que muda tudo a partir de 2027:

No modelo novo, quem compra de você abate o imposto da nota que recebe. Empresa no regime regular passa crédito cheio. Empresa no Simples passa crédito limitado ao que efetivamente recolheu lá dentro.

Traduzindo: se você vende para outras empresas, comprar de você pode ficar mais caro do que comprar do seu concorrente — pelo mesmo preço de tabela. Você não perde no imposto. Perde o cliente.

Para quem vende direto ao consumidor final, a conta muitas vezes continua fechando no Simples. Para quem vende para CNPJ, quase nunca alguém fez essa conta.

A pergunta não é “sair ou ficar”. É: alguém já calculou isso com os seus números?

O relógio já está correndo

A reforma não cai de uma vez. Ela chega em etapas — e cada etapa cobra uma decisão sua.

2026

Ano de teste — e já está acabando

CBS e IBS entram com alíquotas simbólicas, compensáveis. Na prática, é o ano em que sua empresa deveria estar limpando cadastro, revisando preço e descobrindo onde tem crédito. Quem usar 2026 chega em 2027 pronto.

2027

A CBS passa a valer de verdade

PIS e COFINS acabam, o IPI é zerado na maioria dos casos e o crédito passa a ser amplo para quem está no regime regular. É aqui que o comprador PJ começa a escolher fornecedor pelo crédito que recebe.

2029 a 2032

ICMS e ISS vão sendo desligados

A transição acontece ano a ano, com dois sistemas rodando ao mesmo tempo. Empresa desorganizada paga duas vezes o preço da bagunça: erra no velho e erra no novo.

2033

Só sobra o modelo novo

Quem chegar aqui sem entender a mecânica de crédito não vai perder no imposto: vai perder cliente para o concorrente que entendeu antes.

Preço, cadastro de produto e regime tributário não se arrumam em dezembro. Empresa grande começou a se mexer em 2024, com time dedicado. Você tem 2026.

Você está no grupo que mais perde?

Marque o que se aplica à sua empresa. Leva 30 segundos e o resultado aparece aqui mesmo.

Se você se reconheceu em alguma dessas frases

  • Seus clientes são outras empresas — e alguns já começaram a perguntar quanto de crédito a sua nota gera.
  • Você compra de fornecedor de outro estado e paga guia de DIFAL sem saber direito por quê.
  • Você nunca viu um comparativo de regimes feito com os números da SUA empresa — só ouviu "fica no Simples".
  • Você revende produto de bebida, autopeça, cosmético ou farmácia e paga o DAS cheio, sem segregar receita.
  • Você não sabe quanto de imposto está dentro do seu preço de venda — reajusta no feeling.
  • Seu cadastro de produtos tem NCM e CST herdados de quando a empresa abriu, e ninguém revisou desde então.

Nenhuma dessas coisas é culpa sua. Todas elas custam dinheiro todo mês.

Você sabia que pode ter direito ao DIFAL de volta?

Antes de olhar pra frente, vale olhar pra trás. Tem imposto pago a mais que ainda dá pra reaver.

Toda vez que você comprou mercadoria de fornecedor de outro estado e pagou aquela guia de diferencial de alíquota, você pagou algo que o Supremo já decidiu que não podia ser cobrado assim de empresa do Simples.

Isso não é tese de internet. É decisão do STF. E, em regra, o que foi pago nos últimos 5 anos pode ser levantado e pedido de volta.

A maioria dos empresários nunca sequer somou quanto pagou.

DIFAL cobrado de empresa do Simples

O STF já decidiu que a cobrança do diferencial de alíquota de optante do Simples, do jeito que vários estados fizeram, não se sustenta. Quem pagou pode ter direito a reaver — em regra, os últimos 5 anos.

STF — ADI 5469 e Tema 1093

Produtos monofásicos dentro do DAS

Bebida, autopeça, cosmético, higiene, medicamento: PIS e COFINS já foram pagos lá na indústria. Se a sua empresa revende e não segrega essas receitas, está pagando de novo todo mês.

Lei Complementar 123 — segregação de receitas

ICMS-ST retido a maior

Substituição tributária calcula o imposto por um preço presumido. Quando você vende por menos que o presumido, a diferença é sua — e quase ninguém pede de volta.

STF — Tema 201

ICMS na base do PIS/COFINS

A tese mais conhecida do país continua rendendo revisão em empresa de Lucro Presumido e Lucro Real que nunca ajustou a apuração.

STF — Tema 69

Sendo honesto com você: nada aqui é promessa de valor. Recuperação depende das suas notas, do seu estado e, em alguns casos, de medida específica com prazo próprio. O que a análise entrega é o número — quanto existe e se vale a pena ir atrás. Sem número, é chute dos dois lados.

O que o grande player faz e a sua empresa não

A rede que abriu do lado da sua loja não é mais esperta que você. Ela só tem alguém cuidando disso em tempo integral: revisa cadastro fiscal, mede o imposto dentro de cada produto, negocia com fornecedor considerando crédito, revisa os últimos 5 anos e entra em 2027 com preço recalculado.

Você faz isso entre atender cliente, cobrir funcionário que faltou e resolver pepino com fornecedor. E depois ouve que o problema é o mercado.

Não dá mais pra tocar empresa no improviso no Brasil.

Não é sobre trabalhar mais. É sobre parar de deixar dinheiro na mesa por não ter quem olhe.

Imposto é consequência de gestão

Crédito tributário não aparece em empresa desorganizada — ele simplesmente não consegue ser provado.

Cadastro sujo, crédito perdido

NCM e CST errados no cadastro de produto fazem você pagar imposto que não devia e perder crédito que era seu. É o erro mais barato de corrigir e o mais caro de manter.

Preço sem imposto dentro

Se você não sabe quanto de tributo tem no seu preço de venda, você não está precificando: está torcendo. E em 2027 a conta muda de novo.

Sem número, sem decisão

Escolher regime tributário sem DRE e sem histórico de notas é apostar. Com os números na mão, a decisão leva 20 minutos.

Split payment vem aí

No modelo novo o imposto tende a ser separado na hora do pagamento. Empresa com cadastro e apuração bagunçados não vai perder só margem — vai travar caixa.

Como funciona a análise reservada

Quatro passos. Nenhum deles passa pelo seu escritório de contabilidade.

01

Você manda os arquivos

XML das suas notas dos últimos 12 meses, as últimas guias (DAS ou apuração) e o cartão CNPJ. Leva 10 minutos e não passa pelo seu contador.

02

A gente lê nota por nota

Levantamento do que você paga hoje, do que está embutido no seu preço e das frentes de crédito que aparecem no seu histórico.

03

Simulação dos cenários

Seu faturamento rodado no Simples, no Presumido e no Real — e a projeção de como você fica na CBS/IBS a partir de 2027, inclusive o crédito que a sua nota passa a gerar para o seu cliente.

04

Devolutiva de 40 minutos, só com você

Você recebe o mapa na mão e a gente conversa: onde tem dinheiro parado, o que dá para corrigir agora e o que precisa de medida específica. A decisão continua sendo sua.

Sobre o sigilo

Eu não ligo para o seu contador, não peço nada a ele e não mando relatório para ninguém além de você. Os arquivos que uso são seus e você mesmo consegue baixar. Se a análise mostrar que ele estava certo o tempo todo, você vai saber com número na mão — e ele continua sendo o seu contador. Isso não é uma briga contra contabilidade. É você deixando de decidir no escuro.

Para quem é — e para quem não é

É pra você se

  • Sua empresa fatura a partir de R$ 30 mil por mês.
  • Você vende para outras empresas ou compra de outro estado.
  • Comércio, indústria ou serviço com equipe e movimento real.
  • Você quer decidir com número, não com opinião.

Não é pra você se

  • Você é MEI ou a empresa está parada, sem faturamento.
  • Você está procurando um jeito de não pagar imposto. Aqui é tudo dentro da lei.
  • Você quer um número mágico hoje, sem mandar um arquivo sequer.
  • Você não pretende mudar nada, aconteça o que acontecer.
Luiz Curti

Quem conduz a análise

Meu nome é Luiz Curti. Sou Consultor de Resultados Empresariais.

O meu trabalho não é substituir o seu contador — é fazer a pergunta que ninguém está sendo pago pra fazer: essa empresa está pagando o que devia, no regime que devia, com o preço certo?

Quando o assunto exige medida jurídica ou parecer técnico específico, a análise é feita com profissionais habilitados. Você não recebe achismo: recebe levantamento, simulação e uma recomendação clara do que fazer primeiro.

31.000+

empresários já passaram pelo método de gestão que eu aplico em todo o Brasil.

Peça a sua análise reservada

Preenche aqui e eu te chamo no WhatsApp com a lista do que preciso. Cada análise leva tempo de gente, então o número por mês é limitado. Quando fecha, entra na fila do mês seguinte.

Análise reservada. Seus dados não são compartilhados com o seu contador nem com terceiros.

Perguntas frequentes

Isso é para me convencer a sair do Simples?
Não. Em boa parte dos casos a análise mostra que ficar no Simples continua sendo o melhor caminho — e aí você fica com número na mão em vez de achismo. O que não dá mais é decidir regime tributário no boca a boca, com a regra do jogo mudando até 2033.
Meu contador vai ficar sabendo?
Não. A análise é reservada: a gente não liga para o seu escritório de contabilidade, não pede nada a ele e não manda relatório para ninguém além de você. Os arquivos que a gente usa são seus e você mesmo consegue baixar. Se você quiser levar o resultado para ele depois, aí é decisão sua.
Meu contador é bom. Ele está errado?
Provavelmente não. A maioria dos contadores é muito boa naquilo que o mercado pediu por 20 anos: manter a empresa em dia e a guia paga. Só que apurar imposto é uma coisa e planejar imposto é outra — e recuperar crédito é uma terceira, que raramente está dentro do honorário mensal que você paga.
Isso é alguma manobra para pagar menos imposto?
Não. Tudo o que a gente aponta está em lei, em decisão do STF ou na própria LC 214/2025. Não existe caixa dois, não existe nota fria, não existe empresa de fachada. O que existe é empresa grande usando há 20 anos o que a pequena nunca soube que tinha direito.
Quanto custa?
O levantamento inicial não tem custo. Se aparecer crédito a recuperar ou reestruturação a fazer, a proposta vem depois, por escrito, com valor fechado e você decide sem pressa. Não tem venda no meio da devolutiva.
E se não encontrar nada?
Você recebe o mapa do mesmo jeito, com a simulação dos cenários até 2033. Já sai sabendo quanto de imposto tem dentro do seu preço — coisa que a maioria dos donos de empresa não sabe responder.
Quanto tempo demora?
Da hora que os arquivos chegam, cerca de 7 dias úteis para o levantamento e a simulação. A devolutiva é marcada com você, por chamada ou presencial.
A reforma não é só lá em 2033?
O sistema novo termina de entrar em 2033, mas a CBS já vale para valer em 2027 — e é em 2027 que o seu cliente PJ começa a comparar fornecedor pelo crédito que recebe. Preço, cadastro e regime não se arrumam em dezembro. Se arrumam agora.